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sábado, 28 de junho de 2008

Medeski Martin and Wood - Note Bleu: Best of the Blue Note Years - 1998 / 2005





Faixas:

  1. The Dropper – 3:32
  2. Sugar Craft – 3:19
  3. I Wanna Ride You – 3:25
  4. Nocturne – 4:02
  5. Partido Alto – 5:44
  6. Hey-Hee-Hi-Ho (Billy Martin remix) – 3:56
  7. Note Bleu – 3:02
  8. Pappy Check – 2:43
  9. Mami Gato – 4:08
  10. Off the Table – 4:16
  11. Queen Bee – 4:55
  12. Hypnotized – 5:03
  13. Hey Joe – 5:01
  14. End of the World Party – 5:09
  15. Uninvisible – 3:37
  16. Whiney Bitches – 3:04
  17. The Builder (from The Dropper Japanese version) – 3:28
  18. Toy Dancing (from Foreplay documentary) – 6:35
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Blog de Origem: Jolly Joker

Formado por John Medeski (teclas em geral), Chris Wood (baixos acústico e elétrico) e Billy Martin (bateria e percussão), o grupo, que adota a clássica e tenaz formação "piano trio" (baixo-bateria-piano), chuta sempre em direções inesperadas. Seja ao incorporar batidas rap, seja apostando na interação com DJs, seja em seu descarado flerte com o pós-rock, a banda até agora acertou a mão em tudo que fez.
A exemplo de Miles Davis, adotam uma postura iconoclasta e parecem estar andando para o que críticos e especuladores possam vir a achar do gerenciamento de sua carreira - participaram de um disco com
Iggy Pop (o subestimado Avenue B), tendo o grande Iguana chegado a chamar Medeski de "mestre do órgão Hammond". Por outro lado, gravaram um disco junto com John Scofield (o álbum A Go-Go), considerado o mais expressivo guitarrista de jazz da atualidade. Como elogio pouco é bobagem, o estilo de Chris Wood ao baixo chegou a ser comparado ao do mestre Charles Mingus.
fonte

sábado, 21 de junho de 2008

Tom Waits - Franks Wild Years - 1987




Faixas:

01. Hang On St. Christopher
02. Straight To The Top (Rhumba)
03. Blow Wind Blow
04. Temptation
05. Innocent When You Dream (Barroom)
06. I'll Be Gone
07. Yesterday Is Here
08. Please Wake Me Up
09. Frank's Theme
10. More Than Rain
11. Way Down In The Hole
12. Straight To The Top (Vegas)
13. I'll Take New York
14. Telephone Call From Istanbul
15. Cold Cold Ground
16. Train Song
17. Innocent When You Dream (78)

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Blog de Origem: All Tribes

Thomas Alan Waits (7 de dezembro de 1949) é um músico, instrumentista, compositor, cantor e ator norte-americano. Aprendeu a tocar guitarra e piano aos dez anos de idade. Lançou o seu primeiro album Closing Time em 1973 e começou por fazer a primeira parte de shows de Frank Zappa e John Hammond.
A música de Tom Waits não está presa a um gênero musical determinado. Pode-se facilmente encontrar em seus álbuns Rock, Jazz, Folk, Blues, dentre outros tantos gêneros e estilos musicais.

Principais filmes com participação de Tom Waits:

* 1982 - O Fundo do Coração
* 1983 - Vidas sem Rumo
* 1983 - O Selvagem da Motocicleta
* 1992 - Drácula de Bram Stocker
* 1993 - Short Cuts - Cenas de uma Vida
* 2004 - Café e Cigarros
* 2005 - Domino
* 2007 - O Tigre e a Neve


Fonte

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

I'm Not There - 2007



CD1
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CD2
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Blog de origem: Xtreme Download

Legendas : Português

Informações:
Ficha Técnica
Elenco
Posters
Premiações

Sinopse:
Bob Dylan (Christian Bale / Cate Blanchett / Heath Ledger / Marcus Carl Franklin / Richard Gere / Ben Whishaw), ícone musical, poeta e porta-voz de uma geração. Sempre viveu em constante mutação ao longo da vida, especialmente durante os anos 60. Musicalmente, fisicamente, psicologicamente, as alterações do seu personagem público dialogaram com acontecimentos sociais e ocasionaram múltiplas repercussões culturais. De jovem menestrel a profeta folk, de poeta moderno a roqueiro, de ícone da contracultura a cristão renascido, de caubói solitário a popstar. (Fonte)

Uma biografia diferente do maior ícone do rock’n’roll americano, Bob Dylan, numa narrativa fragmentada e em tom estiloso. Sete atores, entre eles grandes astros de Hollywood, interpretam o músico em diferentes períodos de sua vida e carreira, entre os anos 60 e 70. Uma das interpretações mais originais nesse inusitado formato deu a Cate Blanchett – no filme morena, com cabelos cacheados e de óculos escuros – o Copa Volpi de melhor atriz no festival de Veneza 2007. A produção também conquistou o Prêmio Especial do Júri e o “CinemAvvenire”, dedicado a produções inovadoras que apontam o futuro do cinema. Em outra escolha curiosa, o jovem aventureiro Dylan é vivido pelo garoto negro Marcus Carl Franklin. A trilha sonora recorre a versões originais e a covers do bardo, incluindo do hit “Like a Rolling Stone”. (Fonte)


sábado, 9 de fevereiro de 2008

Fritz The Cat - 1972



Faixas:

01- Black talk.
02- Duke's theme.
03- Fritz the cat.
04- Mamblues.
05- Bo Diddley.
06- Bertha's theme.
07- Winston.
08- House rock.
09- The synagogue.
10- Yesterdays.
11- Love light of mine.
12- The riot.
13- You're the only girl (I ever really loved).
14- Scarborough fair.
15- Scarborough street fair.
16- Twist and shout.
17- Angie's theme.

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Blog de origem: JS Free

Fritz é um gato fofinho e simpático, mas o personagem criado pelo americano
Robert Crumb
não é recomendado para crianças. Ele é um estudante que vive numa metrópole habitada por criaturas antropomórficas (patos, corvos e porcos), é obcecado por sexo e não recusa substâncias ilícitas e alucinógenas. Entre uma transa e outra, se envolve em política sempre com resultados desastrosos.

Fritz the Cat estreou nos quadrinhos na década de 60, quando a sociedade americana passava por mudanças radicais: a liberação sexual, o auge das drogas e os movimentos pelos direitos civis. O filme (legenda) dirigido por Ralph Bakshi em 1972, Fritz the Cat (Cinemagia), é considerado o primeiro longa animado pornográfico da história. Além das divertidas orgias de Fritz na banheira, o filme apresenta uma versão divertida dos loucos anos 60 ao som de uma belíssima trilha sonora.

Apesar de o filme ser fiel ao original, Crumb o odiou. Consultado por Bakshi, ele negou os direitos de filmagem, mas sua mulher vendeu-os sem sua autorização.

Crumb se vingou da traição num fatídico quadrinho, no qual Fritz é apunhalado por uma avestruz desprezada e enlouquecida. O pobrezinho morreu jovem e no auge da fama. Crumb sobreviveu e, hoje, mora no sul da França, toca banjo e ilustra os encartes de sua banda de jazz Musette Les Primitifs du Futur. (fonte)

domingo, 6 de janeiro de 2008

Spanky Wilson & The Quantic Soul Orchestra - I'm Thankful - 2006





Faixas:

01. I'm Thankful (Part 1)
02. A Woman Like Me
03. Blood From A Stone
04. Don't Joke With A Hungry Man (Part 2)
05. Don't Joke With A Hungry Man (Part 3)
06. That's How It Was
07. Message To Tomorrow
08. Waiting For Your Touch
09. You Can't Judge A Book By It's Cover
10. I'm Thankful (Part 2)

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Blog de origem: Penca de Discos

“I’m thankful” representa o encontro de duas gerações para um refinado álbum de soul/jazz/funk do século XXI.
Spanky Wilson é um peso pesado, uma cantora soul sem igual, tendo desde os anos 60 gravado com nomes como Marvin Gaye, Sammy Davis Jr, Lalo Schifrin, Jimmy Smith e Willy Bobo.
Will “Quantic” Holland tem-se notabilizado como um dos melhores e mais activos produtores da nova geração. Baseado em Brighton, viu o seu último álbum “An announcement to answer” receber aclamação geral. Aos 27 anos e mais de uma mão cheia de álbuns depois, Quantic é um nome incontornável quando se fala de música electrónica profundamente entrelaçada com as raízes (funk, jazz, soul, latin, afro).
Ao terceiro álbum da Quantic Soul Orchestra, a colaboração com Spanky Wilson vem elevar a fasquia, depois das magníficas presenças de Alice Russell e Russ Porter. Depois de uma primeira experiência com a faixa “Mishaps Happening” em 2005, num álbum a solo de Quantic, a coisa correu tão bem que se veio a consumar na feitura de um álbum inteiro, resultado de de uma semana de gravações em Los Angeles e com recurso aos mais refinados músicos de funk dos Estados Unidos. (fonte)

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

The Bamboos - Rawville - 2007





Faixas:

01. Bamboos Theme
02. Bring It Home (feat. Alice Russell)
03. Get in the Scene (feat. Ohmega Watts)
04. Witch
05. My Baby's Cheating - I Sure Got the Feeling (feat. Fallon Williams)
06. I Don't Wanna Stop (feat. Kylie Auldist)
07. Head in the Clouds
08. Happy
09. Rockin' It (feat. Ohmega Watts)
10. Pussy Footin'
11. Rawville
12. Tongan Steel

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Blog de Origem: Jazz Man

The Bamboos é uma banda de deep-funk australiana, formada em 2001, pelo guitarrista Lance Fergunson e seus companheiros Ben Grayson (órgão), Danny Ferrugia (bateria), Yuri Pavlinov (baixo), Anton Delleca (sax e flauta) Ross Irwin (trumpet).
Lançaram um single de 7’ com tiragem de 300 cópias e a parada rodou o mundo, e com grandes criticas.
Eles foram parar no cast da Ubiquity Records nos Estados Unidos.
Lançaram dois discaços por lá em parceria com o selo Tru Throght.

O primeiro disco é o “Step It Up”, praticamente instrumental, onde eles mostram todo talento nos grooves funkeados. As únicas faixas com vocal são cantadas pela Alice Russel, outro talento nato da nova escola do Funky.

O segundo disco, “Rawville”, lançado esse ano é mais um espetáculo. Dessa vez com vários convidados, formando parcerias interessantes. Entre elas, com o Ohmega Watts, mc do cast da Ubiquity, que rima em 2 sons absurdos. Conta também com participações de Kyle Auldist , Tyra Hammond e, a já “amiga”, Alice Russel.
(fonte)

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Lula Côrtes e Zé Ramalho - Paebirú - 1975






Faixas:

01.Trilha de Sumé (Zé Ramalho - Lula Côrtes)
• Culto à terra (Lula Côrtes - Zé Ramalho)
• Bailado das muscarias (Lula Côrtes - Zé Ramalho)
02.Harpa dos ares (Geraldo Azevedo - Zé Ramalho - Lula Côrtes)
03.Não existe molhado igual ao pranto (Zé Ramalho - Lula Côrtes)
04.OMM (Zé Ramalho - Lula Côrtes)
05.Raga dos raios (Zé Ramalho - Lula Côrtes)
06.Nas paredes da pedra encantada, os segredos talhados por Sumé (Marcelo - Zé Ramalho - Lula Côrtes)
07.Maracas de fogo (Zé Ramalho - Lula Côrtes)
08.Louvação à Iemanjá • Regato da montanha (Zé Ramalho - Lula Côrtes)
09.Beira mar (Zé Ramalho - Lula Côrtes)
10.Pedra templo animal (Zé Ramalho - Lula Côrtes)
11.Sumé (Zé Ramalho - Lula Côrtes)

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Blog de Origem: Som do Bom

É das coisas mais malucas e assombrosas que já se fez em música brasileira, mas eu me surpreenderia muito se eu tiver mais de 5 leitores que a conheçam. O nome é escrito assim mesmo, com a combinação agramatical de acentos.

Em 1973, o paraibano Zé Ramalho estava cansado de animar bailes em bandas de iê-iê-iê de João Pessoa e Campina Grande. O pintor Raul Córdula lhe avisou que no Recife havia um pessoal diferente, conhecido pela alcunha de udigrudi pernambucano. Foi pra lá. O guru era Lula Côrtes, um hiperativo que dividia seu tempo entre o desenho e o seu inseparável (e legendário) tricórdio.

Este disco não foi a estréia de Zé. Ele havia entrado no estúdio em 1973 para participar de uma maluquice coletiva chamada Marconi Notaro no Sub Reino dos Metazoários. Lula Côrtes se firmara como líder da turma durante a I Feira Experimental de Música do Nordeste (11/11/1972), também conhecida como Woodstock cabra da peste.

“O ácido era distribuído ao público, cerca de duas mil pessoas, dissolvido num balde com K-suco”, testemunhou depois Marco Polo, futuro membro da Tamarineira Village, numa entrevista ao jornalista pernambucano José Telles (autor de Do Frevo ao Manguebeat, Editora 34).

No início de 1974 Zé foi apresentado a Lula, que vivia com a namorada Kátia Mesel no então distante subúrbio de Casa Forte (que virou bairro nobre do Recife). Lula lhe falou da Pedra do Ingá e da idéia de fazer um disco inspirado no sítio arqueológico de Ingá do Bacamarte. O disco foi feito em 1975 no estúdio da Rozenblit (empresa fundamental para a história da música pernambucana) e lançado imediatamente. Mas na terrível enchente de julho daquele ano no Recife, as águas do Capibaribe invadiram a fábrica e destruíram praticamente toda a prensagem do disco, com a exceção de 300 cópias que haviam sido levadas para a casa de Lula e Kátia. (fonte)

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Ten Years After - Undead - 1968





Faixas:

01. I May Be Wrong, But I Won't Be Wrong Always - 10:35
02. At The Woodchoppers' Ball - 7:48
03. Spider In My Web - 7:38
04. Summertime - Into Shantung Cabbage - 5:59
05. I'm Going Home - 6:38

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Saiba mais sobre: Ten Year After

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Beastie Boys - The Mix Up - 2007


Faixas:


1. B For My Name
2. 14th St. Break
3. Suco De Tangerina
4. The Gala Event
5. Electric Worm
6. Freaky Hijiki
7. Off The Grid
8. The Rat Cage
9. The Melee
10. Dramastically Different
11. The Cousin Of Death
12. The Kangaroo Rat

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Blog de origem: Escaparate Sonico

"The Mix-Up" é o novo disco dos Beastie Boys, lançado no dia 26 de junho. O disco é instrumental, exatamente como o "The In Sound From Way Out! " de 1999.
O lançamento de um álbum do Beastie Boys é como o de um filme de Woody Allen ou de Quentin Tarantino: além de ser aguardado com ansiedade, para um fã, mesmo que o produto não seja tão bom, será sempre um "disco do Beastie Boys". Pois, assim como um Woody Allen regular costuma estar acima da média, "The Mix Up" está longe de ser o melhor trabalho do tresloucado trio norte-americano, mas é um registro que, além de muito bem realizado, dá gosto de ouvir do início ao fim.
A faixa de abertura, "B for my name", dá o tom da gravação, o de uma Jam Session, com palmas pontuando a abertura da música, marcada pelo teclado do Money Mark.
O disco segue alternando nuances de uma guitarra que se reveza entre referências do rock psicodélico, do ska e da surf music, com um baixo que, às vezes, introduz um clima de trilha sonora noir às canções, como na música "The Gala Event".
Além da psicodelia, destaca-se em Mix-up a influência do dub jamaicano, reverberando os instrumentos em composições como "Suco de Tangerina" ou "Off the Grid"- esta, a melhor faixa do cd.
É praticamente impossível, no entanto dizer que tal música é rock ou tem uma levada mais funk ou dub. "The Mix-Up é a síntese de tudo isso.
É a síntese também de 25 anos de uma carreira que já concebeu obras-primas como "Paul's Boutique", uma das melhores colagens de samples feitas na história do rap.
(Adriana Ferreira Silva, Colunista da Folha)

Assista o clipe:
"Off The Grid"
“The Rat Cage”

sábado, 1 de setembro de 2007

Charles Earland - Black Talk! - 1969





Faixas:

01. Black Talk
02. The Mighty Burner
03. Here Comes Charlie
04. Aquarius
05. More Today Than Yesterday

Blog de origem: JazzMan

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Saiba mais sobre Charles Earland