sábado, 10 de outubro de 2009

The Headhunters - Survival of the Fittest



Faixas:

01. Got Make Me Funky
02. Mugic
03. Here And Now
04. Daffy's Dance
05. Rima
06. If You've Got It, You'll Get It

Blog de Origem: San Pasquale

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The Headhunters are an American jazz-funk fusion band, best known for their albums they recorded as a backing band of jazz keyboard player Herbie Hancock during the 1970s. Hancock's debut album with the group, Head Hunters, is one of the best-selling jazz/fusion records of all time.

Herbie Hancock originally assembled the band for his 1973 album Head Hunters. The Headhunters' new lineup and instrumentation, retaining only wind player Bennie Maupin from Hancock's previous sextet, reflected his new musical direction. Bassist Paul Jackson was really the only other member who maintained a continuous presence in the lineup in subsequent recordings and concerts. On the original Head Hunters album the other band members were percussionist Bill Summers and drummer Harvey Mason. For the next Hancock album featuring Headhunters, 1974's Thrust, Mike Clark took over drumming duties.

Both Mason and Clark contributed drums to the Hancock's 1975's solo album Man-Child which featured 18 musicians including Stevie Wonder and Wayne Shorter.

1975 also saw Headhunters first album without Hancock, Survival of the Fittest, featuring the hit "God Make Me Funky". This song was sampled by The Fugees for their track "Ready or Not," and has been covered by Jamiroquai as a live track. While Hancock's Man-Child moved a bit towards more commercial sounds, Survival of the Fittest kept Headhunters focused to intense jazz-funk. Vocals were heard on two songs but there was still lots of experimental fusion on the album (the band's music is called "space-funk" on some re-issues of the album).

As the 1970s turned to the 1980s, Herbie Hancock drifted away from the band as he moved into his electro-oriented phase, and they ceased operation as a visible unit. The band reunited with Hancock for the 1998 album Return of the Headhunters.

Clark, Jackson and Summers have since continued recording and performing as The Headhunters, based in New Orleans, with Victor Atkins or Robert Walter filling in for Hancock on keyboards. They released an album, Evolution Revolution, for Basin Street Records in 2003, and backed up the saxophonist Rebecca Barry on her 2005 album Rebecca Barry and the Headhunters. In 2005 Hancock assembled a new group called Headhunters 2005. The group included guitarists John Mayer and Lionel Loueke, bassist Marcus Miller, drummer Terri Lyne Carrington, trumpeter Roy Hargrove and percussionist Munyungo Jackson. They toured again in 2008, without Hancock but with virtuoso bassist T.M. Stevens. (Fonte)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Samba Soul 70!



Faixas:

01. Cosa Nostra - Erlon Chaves
02. Nao Vem Que Nao Tem - Wilson Simonal
03. Homenagem A Mongo - Som Tres
04. A Vida Em Seus Metodos Diz Calma - Di Melo
05. Mane Joao - Wanderlea
06. Quanabara - Dom Salvador & Banda Abolicao
07. Fato Consumado - Milton Banana Trio
08. Bicho Do Mato - Elis Regina
09. Princesa Negra De Angola - Bebeto
10. Saltei De Banda - Elza Soares
11. Onde Anda O Meu Amor - Orlandivo
12. Nego Dito - Branca Di Neve
13. Maria Fumaca - Banda Black Rio
14. Jogaram O Caxanga - De Savoya Combo
15. Barato Total - Gal Costa
16. Que Nega E Essa - Trio Mocoto

Blog de origem: Noise Brigade


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quinta-feira, 25 de setembro de 2008

JD and The Evil's Dynamite Band - Explodes Across the Nation - 2001





Faixas:

01. Kalhari
02. Heavy, Heavy...Heavy
03. Mean Scene
04. Beer, (So Nice) Right On
05. The Evil D's
06. Sunday Kind of Love
07. Flames of Darkness
08. Backwards Intentions
09. Everglades Part 1
10. Everglades Part 2
11. My Beach, My Waves, Fuck Off!

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Blog de Origem: Blog do Nirso

Um grupo no mínimo interessante...

Disco lançado no ano de 2001, pela gravadora SoulFire. Não se sabe quem é JD, não se sabe quem é a banda, nenhuma informção no encarte, algumas especulações.

A única coisa que se sabe é que é um puta som......groove instrumental, psicodélico e com um clima que nenhum outro disco tem... (Fonte)

Só mais uma coisa que o Véio não poderia deixar de observar, a grande semelhança melódica entre a música (faixa 2)
"Heavy, Heavy...Heavy" e "Um Passeio No Mundo Livre" de Chico Science e Nação Zumbi. Tirem suas conclusões...


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Clutchy Hopkins - Walking Backwards - 2008





Faixas:

1. Sound Of The Ghost
2. Song For Wolfie (prod.with Shawn Lee)
3. Love Of A Woman feat.Darondo
4. 3rd Element
5. Para Los Ninos
6. Horny Tickle (Horns by Todd Simon)
7. Percy On The One
8. Rocktober
9. Alla Oscar
10. Good Omen
11. Swap Meet Me At The Corner
12. Last Time For Your Mind

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Blog de Origem: Cabana do Pai

Quem é Clutchy Hopkins?

Seu manuscrito biográfico, achado com suas gravações, sob os cuidados de um Xamã Mohave descendente de Cahuilla, tribo indígena onde Clutchy havia estudado e vivido por um período, contava um pouco sua história: Seu pai foi um engenheiro de som da Motown e o ensinou-lhe intrigantes técnicas de gravação quando ele ainda era só um menino. Clutchy usou esse conhecimento durante suas viagens, trabalhando em estúdios de gravação de Bombai ao Cairo. Quando Clutchy tinha apenas 20 anos, viajou para o Oriente e ficou sob a tutela de monges Rinzai Zen no Japão, investigando o silêncio e os ritmos do silêncio na música. Mais tarde, estudou Raja Yoga, na Índia, para dominar e articular os movimentos do corpo e sua relação com o som.

Quando retornou aos Estados Unidos,
Clutchy usou suas técnicas de gravação para produzir sua própria música e criar seus próprios instrumentos. Durante as gravações com outros músicos, recusava-se a contribuir com seu nome, preferindo usar um pseudônimo ou nome nenhum. Suas gravações vão do início dos anos 70 aos dias atuais, abrangendo todo um espectro de estilos musicais.

Walking Backwards” foi lançado no mercado americano no dia 5 de fevereiro pela Ubiquity Records, um dos melhores selos de novidades musicais de qualidade, atualmente, nos Estados Unidos. O disco não tem uma identidade sonora definida. Praticamente todo instrumental, mescla o hip-hop, o jazz, o soul com psicodelias e doideiras sintetizadas, uma sonoridade para a próxima década. No único tema cantado, a voz fica por conta de Darondo, uma figuraça do new funky, apesar de já ser um coroa bem velho, mas que não deslanchou nos anos 70.

Tudo bem. Chega de doideira. A verdade é que ninguém sabe quem é o responsável pelas musicas de
Clutchy Hopkins. Existem várias suposições. Falam em Dj Shadow, Cut Chemist, Money Mark, Beastie Boys, Madlib e vários outros, mas talvez ele seja realmente o coroa que aparece nas fotos. Uma figura peculiar que chega a causar arrepios quando se pensa que toda essa doideira sonora sai de suas mãos. Não precisa abraçar a lenda mas pode abraçar o som que é coisa fina!!!
Fonte

sábado, 28 de junho de 2008

Medeski Martin and Wood - Note Bleu: Best of the Blue Note Years - 1998 / 2005





Faixas:

  1. The Dropper – 3:32
  2. Sugar Craft – 3:19
  3. I Wanna Ride You – 3:25
  4. Nocturne – 4:02
  5. Partido Alto – 5:44
  6. Hey-Hee-Hi-Ho (Billy Martin remix) – 3:56
  7. Note Bleu – 3:02
  8. Pappy Check – 2:43
  9. Mami Gato – 4:08
  10. Off the Table – 4:16
  11. Queen Bee – 4:55
  12. Hypnotized – 5:03
  13. Hey Joe – 5:01
  14. End of the World Party – 5:09
  15. Uninvisible – 3:37
  16. Whiney Bitches – 3:04
  17. The Builder (from The Dropper Japanese version) – 3:28
  18. Toy Dancing (from Foreplay documentary) – 6:35
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Blog de Origem: Jolly Joker

Formado por John Medeski (teclas em geral), Chris Wood (baixos acústico e elétrico) e Billy Martin (bateria e percussão), o grupo, que adota a clássica e tenaz formação "piano trio" (baixo-bateria-piano), chuta sempre em direções inesperadas. Seja ao incorporar batidas rap, seja apostando na interação com DJs, seja em seu descarado flerte com o pós-rock, a banda até agora acertou a mão em tudo que fez.
A exemplo de Miles Davis, adotam uma postura iconoclasta e parecem estar andando para o que críticos e especuladores possam vir a achar do gerenciamento de sua carreira - participaram de um disco com
Iggy Pop (o subestimado Avenue B), tendo o grande Iguana chegado a chamar Medeski de "mestre do órgão Hammond". Por outro lado, gravaram um disco junto com John Scofield (o álbum A Go-Go), considerado o mais expressivo guitarrista de jazz da atualidade. Como elogio pouco é bobagem, o estilo de Chris Wood ao baixo chegou a ser comparado ao do mestre Charles Mingus.
fonte

sábado, 21 de junho de 2008

Tom Waits - Franks Wild Years - 1987




Faixas:

01. Hang On St. Christopher
02. Straight To The Top (Rhumba)
03. Blow Wind Blow
04. Temptation
05. Innocent When You Dream (Barroom)
06. I'll Be Gone
07. Yesterday Is Here
08. Please Wake Me Up
09. Frank's Theme
10. More Than Rain
11. Way Down In The Hole
12. Straight To The Top (Vegas)
13. I'll Take New York
14. Telephone Call From Istanbul
15. Cold Cold Ground
16. Train Song
17. Innocent When You Dream (78)

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Blog de Origem: All Tribes

Thomas Alan Waits (7 de dezembro de 1949) é um músico, instrumentista, compositor, cantor e ator norte-americano. Aprendeu a tocar guitarra e piano aos dez anos de idade. Lançou o seu primeiro album Closing Time em 1973 e começou por fazer a primeira parte de shows de Frank Zappa e John Hammond.
A música de Tom Waits não está presa a um gênero musical determinado. Pode-se facilmente encontrar em seus álbuns Rock, Jazz, Folk, Blues, dentre outros tantos gêneros e estilos musicais.

Principais filmes com participação de Tom Waits:

* 1982 - O Fundo do Coração
* 1983 - Vidas sem Rumo
* 1983 - O Selvagem da Motocicleta
* 1992 - Drácula de Bram Stocker
* 1993 - Short Cuts - Cenas de uma Vida
* 2004 - Café e Cigarros
* 2005 - Domino
* 2007 - O Tigre e a Neve


Fonte

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

I'm Not There - 2007



CD1
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CD2
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Blog de origem: Xtreme Download

Legendas : Português

Informações:
Ficha Técnica
Elenco
Posters
Premiações

Sinopse:
Bob Dylan (Christian Bale / Cate Blanchett / Heath Ledger / Marcus Carl Franklin / Richard Gere / Ben Whishaw), ícone musical, poeta e porta-voz de uma geração. Sempre viveu em constante mutação ao longo da vida, especialmente durante os anos 60. Musicalmente, fisicamente, psicologicamente, as alterações do seu personagem público dialogaram com acontecimentos sociais e ocasionaram múltiplas repercussões culturais. De jovem menestrel a profeta folk, de poeta moderno a roqueiro, de ícone da contracultura a cristão renascido, de caubói solitário a popstar. (Fonte)

Uma biografia diferente do maior ícone do rock’n’roll americano, Bob Dylan, numa narrativa fragmentada e em tom estiloso. Sete atores, entre eles grandes astros de Hollywood, interpretam o músico em diferentes períodos de sua vida e carreira, entre os anos 60 e 70. Uma das interpretações mais originais nesse inusitado formato deu a Cate Blanchett – no filme morena, com cabelos cacheados e de óculos escuros – o Copa Volpi de melhor atriz no festival de Veneza 2007. A produção também conquistou o Prêmio Especial do Júri e o “CinemAvvenire”, dedicado a produções inovadoras que apontam o futuro do cinema. Em outra escolha curiosa, o jovem aventureiro Dylan é vivido pelo garoto negro Marcus Carl Franklin. A trilha sonora recorre a versões originais e a covers do bardo, incluindo do hit “Like a Rolling Stone”. (Fonte)


sábado, 9 de fevereiro de 2008

Fritz The Cat - 1972



Faixas:

01- Black talk.
02- Duke's theme.
03- Fritz the cat.
04- Mamblues.
05- Bo Diddley.
06- Bertha's theme.
07- Winston.
08- House rock.
09- The synagogue.
10- Yesterdays.
11- Love light of mine.
12- The riot.
13- You're the only girl (I ever really loved).
14- Scarborough fair.
15- Scarborough street fair.
16- Twist and shout.
17- Angie's theme.

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Blog de origem: JS Free

Fritz é um gato fofinho e simpático, mas o personagem criado pelo americano
Robert Crumb
não é recomendado para crianças. Ele é um estudante que vive numa metrópole habitada por criaturas antropomórficas (patos, corvos e porcos), é obcecado por sexo e não recusa substâncias ilícitas e alucinógenas. Entre uma transa e outra, se envolve em política sempre com resultados desastrosos.

Fritz the Cat estreou nos quadrinhos na década de 60, quando a sociedade americana passava por mudanças radicais: a liberação sexual, o auge das drogas e os movimentos pelos direitos civis. O filme (legenda) dirigido por Ralph Bakshi em 1972, Fritz the Cat (Cinemagia), é considerado o primeiro longa animado pornográfico da história. Além das divertidas orgias de Fritz na banheira, o filme apresenta uma versão divertida dos loucos anos 60 ao som de uma belíssima trilha sonora.

Apesar de o filme ser fiel ao original, Crumb o odiou. Consultado por Bakshi, ele negou os direitos de filmagem, mas sua mulher vendeu-os sem sua autorização.

Crumb se vingou da traição num fatídico quadrinho, no qual Fritz é apunhalado por uma avestruz desprezada e enlouquecida. O pobrezinho morreu jovem e no auge da fama. Crumb sobreviveu e, hoje, mora no sul da França, toca banjo e ilustra os encartes de sua banda de jazz Musette Les Primitifs du Futur. (fonte)

domingo, 6 de janeiro de 2008

Spanky Wilson & The Quantic Soul Orchestra - I'm Thankful - 2006





Faixas:

01. I'm Thankful (Part 1)
02. A Woman Like Me
03. Blood From A Stone
04. Don't Joke With A Hungry Man (Part 2)
05. Don't Joke With A Hungry Man (Part 3)
06. That's How It Was
07. Message To Tomorrow
08. Waiting For Your Touch
09. You Can't Judge A Book By It's Cover
10. I'm Thankful (Part 2)

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Blog de origem: Penca de Discos

“I’m thankful” representa o encontro de duas gerações para um refinado álbum de soul/jazz/funk do século XXI.
Spanky Wilson é um peso pesado, uma cantora soul sem igual, tendo desde os anos 60 gravado com nomes como Marvin Gaye, Sammy Davis Jr, Lalo Schifrin, Jimmy Smith e Willy Bobo.
Will “Quantic” Holland tem-se notabilizado como um dos melhores e mais activos produtores da nova geração. Baseado em Brighton, viu o seu último álbum “An announcement to answer” receber aclamação geral. Aos 27 anos e mais de uma mão cheia de álbuns depois, Quantic é um nome incontornável quando se fala de música electrónica profundamente entrelaçada com as raízes (funk, jazz, soul, latin, afro).
Ao terceiro álbum da Quantic Soul Orchestra, a colaboração com Spanky Wilson vem elevar a fasquia, depois das magníficas presenças de Alice Russell e Russ Porter. Depois de uma primeira experiência com a faixa “Mishaps Happening” em 2005, num álbum a solo de Quantic, a coisa correu tão bem que se veio a consumar na feitura de um álbum inteiro, resultado de de uma semana de gravações em Los Angeles e com recurso aos mais refinados músicos de funk dos Estados Unidos. (fonte)

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

The Bamboos - Rawville - 2007





Faixas:

01. Bamboos Theme
02. Bring It Home (feat. Alice Russell)
03. Get in the Scene (feat. Ohmega Watts)
04. Witch
05. My Baby's Cheating - I Sure Got the Feeling (feat. Fallon Williams)
06. I Don't Wanna Stop (feat. Kylie Auldist)
07. Head in the Clouds
08. Happy
09. Rockin' It (feat. Ohmega Watts)
10. Pussy Footin'
11. Rawville
12. Tongan Steel

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Blog de Origem: Jazz Man

The Bamboos é uma banda de deep-funk australiana, formada em 2001, pelo guitarrista Lance Fergunson e seus companheiros Ben Grayson (órgão), Danny Ferrugia (bateria), Yuri Pavlinov (baixo), Anton Delleca (sax e flauta) Ross Irwin (trumpet).
Lançaram um single de 7’ com tiragem de 300 cópias e a parada rodou o mundo, e com grandes criticas.
Eles foram parar no cast da Ubiquity Records nos Estados Unidos.
Lançaram dois discaços por lá em parceria com o selo Tru Throght.

O primeiro disco é o “Step It Up”, praticamente instrumental, onde eles mostram todo talento nos grooves funkeados. As únicas faixas com vocal são cantadas pela Alice Russel, outro talento nato da nova escola do Funky.

O segundo disco, “Rawville”, lançado esse ano é mais um espetáculo. Dessa vez com vários convidados, formando parcerias interessantes. Entre elas, com o Ohmega Watts, mc do cast da Ubiquity, que rima em 2 sons absurdos. Conta também com participações de Kyle Auldist , Tyra Hammond e, a já “amiga”, Alice Russel.
(fonte)